9.4.08

Hoje soube que afinal não tenho de ser operada a um problema numa articulação. Vou fazer a manutenção da mesma com um aparelho dentário (diz-se tratamento ortodôntico e custa uma pequena fortuna, mas trabalho para isso). Vi a minha cabeça por dentro e parece uma daquelas t-shirts estampadas dos hippies só que a preto e branco. O médico tratou-me por "pequena".

Comi uma sande de queijo fresco que andava a desejar há uns dias e soube-me muito bem.

Ouvi, depois de quase um ano, a música que deu nome à morada deste meu blog (primeiro título e morada, depois apenas morada) e senti-me "apenas" um pouco pensativa. Nem triste, nem nostálgica, nem ansiosa, nem cheia de dor, como quando a ouvi pelas primeiras vezes. Apenas pensativa e arrepiada e com uma sensação muito grande de conquistas secretas, aquelas que não conseguimos descrever a ninguém (só mais tarde) e que nos dão um gozo tremendo. Que transparecem, acho eu.

Queria também dizer que as gargalhadas e o choro de um filho são as sensações mais profundas que alguém pode sentir na vida. Estão num piso demasiado profundo do ser e ninguém que as sinta consegue delas escapar. Não está ao nosso alcance controlar coisas destas e ainda bem.

Deixo-vos a tal música e o vídeo. Reparem na letra, também. Quem nunca passou por isto, levante o dedo. Vai passar. E depois renascer.

1 comentário:

finestamp disse...

ainda bem q o teu problema é mais simples do q pensavas! fico contente